
é inquientante tentar regular o meu dispositivo de humor estou paralisada de medo de mim do que fiz sou mera aprendiz de mulher num mundo que me transforma a cada compasso a cada respiração profundo bater do coração apatia em queda livre rompante quero esconder este estado de euforia galopante que se quebra no sentir de uma imagem triunfante de mim mesma num infinito de tristeza que repleta de impotência nao sei sequer se sou dona ou serva dos meus actos se saio ilesa da minha própria existência.
sou tudo dentro de um nada espectacular amarga solidão, crença disforme num mágico enorme que me manipula com mil e uma estratégias enfim pobre de mim esquecida no fim de uma estação.






